Na última reunião do CONSEPE os
conselheiros decidiram votar contra o congelamento do calendário acadêmico
(diferença de 2 votos) devido às normativas que são impostas para que a greve
seja legal, uma vez que entrando em greve, SEGUNDO O REITOR, quem está em greve
são os estudantes e os professores. Com o congelamento do calendário acadêmico.
A universidade é que estaria entrando em greve, que é ilegal (segundo a Vossa
Magnificência). A proposta de votação do congelamento do calendário foi levado
adiante porque dois segmentos da universidade estão em greve. E por mais que o
calendário não foi congelado o CONSEPE RECONHECEU que não só os professores
estão em greve, mas RECONHECEU QUE OS ESTUDANTES TAMBÉM ESTÃO. E se o Conselho aprovasse seria uma
resolução e o reitor Pedro Ângelo disse que NÃO assinaria a resolução que
congelaria o calendário acadêmico e se fosse aprovado ele vetaria o
congelamento. Só que numa universidade esses conselhos SÃO AUTÔNOMOS,
SUPERIORES E INDEPENDENTES da reitoria e se caso o reitor vetasse o CONSEPE
poderia CAÇAR o VETO do reitor. Infelizmente alguns conselheiros não optaram
por essa autonomia que o conselho se propõe a ter.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
#SOUCONTRAAGREVEPQ
Com um pouco de humor, um grupo de alunos da UFRJ quer fazer você refletir: Será que os seus motivos para ser contra a greve são válidos? Sera que o problemas da sua faculdade não são tão urgentes? O que é mais importante, as suas férias ou a possibilidade de melhorar o ensino?
Entrevista com a presidente do ANDES sobre a Greve
O Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal de São João Del Rei produziu um vídeo com a presidente do ANDES, professora Marina Barbosa, acerca da greve dos professores das instituições federais, deflagrada em 17 de Maio de 2012.
LEVANTE POPULAR DA JUVENTUDE REALIZA INTERVENÇÃO COM CLOWNS NO CENTRO DE TEÓFILO OTONI
O Levante Popular da Juventude, em apoio à movimentação estudantil local realiza oficina e intervenção de Clown com estudantes da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM). A intervenção ocorreu no dia 31 de maio no centro da cidade de Teófilo Otoni (MG). Seu objetivo era dialogar com a população teófilo-otonense sobre as pautas da precarização da educação brasileira e do transporte público local.
domingo, 27 de maio de 2012
quinta-feira, 24 de maio de 2012
AGENDA AMANHÃ!
Caros companheiros,
Hoje demos início a nossa greve estudantil com o ato público e dialogando com a população de Teófilo Otoni. Amanhã (dia 25/05) nossa LUTA continua na UFVJM, segue a programação:
Turno Matutino: PIQUETE;
Das 14:30h às 16:00h: Reunião Comando de Greve Estudantil;
A partir das 16:00h: Reunião entre o Comando de Greve Estudantil e a ADOM (Associação dos Docentes do Mucuri);
Turno Noturno: PIQUETE.
ATO PÚBLICO
No dia 24/05/2012 estudantes e professores da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - Campus do Mucuri realizaram ato público pelas ruas da cidade de Teófilo Otoni-MG. A intenção dos manifestantes era anunciar para a sociedade teofilootonense que estamos em greve por mais dignidade na educação. Foram expostos os problemas enfrentados por todos em nosso campus, como acesso precário, transporte público ineficaz, problemas de infra-estrutura dentro do campus e também os problemas dos professores a nível nacional.
ESTUDANTES PARALISAM SUAS ATIVIDADES A PARTIR DO DIA 24 DE MAIO
Em Assembleia realizada no dia 21 de Maio de 2012, as/os estudantes de todos os cursos da FACSAE e
ICET decidiram por maioria de votos paralisarem as atividades acadêmicas até
que nossas reivindicações sejam atendidas. Agora somamos a uma movimentação
nacional de paralisação pela educação pública brasileira que agrega 39 greves
docentes e 23 paralisações discentes. O início de nossa paralisação será no dia
24 de maio com um ato público pelas ruas de Teófilo Otoni.
Desde a mudança para o novo
campus viemos sofrendo com o descaso do governo em garantir uma educação digna
e de qualidade. Em 2009 reivindicamos ACESSO, melhores condições no TRANSPORTE
público, MORADIA ESTUDANTIL, RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO e coisas mínimas como
ASSISTÊCNIA ESTUDANTIL, água, ventilador e biblioteca. Conseguimos algumas
conquistas, mas o descaso permanece.
Hoje
temos um quadro Docente e Técnico Administrativo defasado, professores sendo
obrigados a ministrarem aulas para turmas de 60 estudantes e ainda realizando
atividades administrativas. Não conseguimos acessar a PESQUISA e EXTENSÃO, são
poucas bolsas e os critérios não atende a realidade do Campus do Mucuri. A
Assistência Estudantil não garante minimamente a permanência dos nossos
estudantes. Além dos problemas de acesso e transporte público, pautas a nível
municipal, mas que também evidenciam toda a precariedade a que estamos
submetidos!
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